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sábado, 21 de maio de 2011

Sintomas.

Quando você começa a procurar rostos em todas e quaisquer frases do livro, enquanto tenta passar a informação que quer ler para o maldito cérebro, que não raciocina e está mais preocupado em brincar de retrato falado.
Quando os refrões melancólicos de canções aleatórias parecem ser feitos exatamente pra você.
Quando seu desejo é unica e exclusivamente conseguir alguma puta felicidade.
Quando você só quer apagar essa baboseira ridícula, e mandar o mundo se foder. Se enterrar por no mínimo 365 dias e...
Mas de alguma forma você quer divulgar, e quer continuar dando a cara à tapas.
Tá com sintomas. Mas sintomas se calam. Eu tenho meu remédio. I'll be back.

sábado, 7 de maio de 2011

Aonde você mora? Aonde você foi morar?

Parte 1. Desabafo:
É gozado quando sua autora preferida, antes nunca efetiva na sua vida, encontra-se com um amado teu. Resolve o levar.
Imediatamente minha autora preferida tornou-se minha pior inimiga, e começou a colocar pitadas de sofrimento em mim.
Sim, morte! É de ti que estou falando.
Eu preferia ler suas peripécias com Liesel Meminger. Tu não deve fazer ideia de quanto me dói saber que levas-te meu professor. Meu sábio. Meu tudo.
E você nem parou para narrar. Soube pela boca de outros. Quanta frieza!
Se um dia tiver a obrigação de agredecer-lhe. Agradeceria-lhe pela rapidez e eficácia em seu trabalho. Não o deixou sofrer. Nem sentir. Do jeito que ele sempre quis.
E se pudesse lhe pedir. Pediria para pensar antes de agir.

Parte 2. Oh quanta falta me/nos faz:
Você sempre grandioso. Dividido entre sábio e herói.
O conselheiro de muitos, o amigo de todos. Que falta me faz.
Como queria correr de encontro a ti, abraçar-te todas as vezes como se fosse a última, e escutar teus elogios sutis ao pé do ouvido. Ouvir que sou sua sininho. Ouvir que cada dia que passa eu fico mais bonita e que isso te preocupa.
Deus, como isso me fazia bem ...
Continuo e continuarei fazendo tudo isso, mas agora de maneira diferente. Tu continuarás sussurrando ao pé de meu ouvidos, mas agora como brisa.
Tenho certeza que sua nova casa é maravilhosa, melhor que qualquer palácio dessas ácidas terras. Tenho certeza que é o que o senhor sempre quis. E tenho certeza que quero te visitar. E morar contigo. Demore isso o quanto for.
Sei que não posso ficar esperando você entrar por essa porta, sei que tenho que esperar eu entrar pela sua porta, embora complicadíssimo isso seja.
Cuida de mim, olha por mim, habita em mim. Enquanto isso eu aguardo anciosamente o dia do nosso caloroso reencontro.
Espero que tenho de alguma forma, conseguido fazer você ler, muito embora você esteja escutando tudo isso que eu tenho falado frequentemente em voz alta.
Com todo o amor que eu tenho dentro de mim, com toda a admiração (que é tamanha), carinho (que infinito é), e saudade (incomensurável). Da sua eterna sininho.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

The future of me.

No sanity, no trust, no worries,
No feelings, no love, there's nothing.
She wants to be, she can't be,
She wants to feel, but it's unnecessary;
I
t's not covenient, little does she know.
Poor her, not so poor ...
What is she?
Oh Lord, what is it?
She's like you.
It's like you ... well,
a little smarter.

She uses her ''mind'' and you your dumb heart.
She's scheduled.
She doesn't know what pain means, my friend.
She's mine. She's me. In my dream.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Do you ever feel ...

Solidão. Ta aí a pior dor que alguém pode sentir.
Solidão quando você acaba de acordar, olha pro lado, e nem o seu ursinho está ali.
Solidão quando você grita, e só mesmo a sua voz te responde, com a mesma coisa que você gritou.
Solidão quando você tem não tem mais aquela pessoa querida perto de você, por um bom tempo, ou quem sabe até para sempre.
Solidão quando a maioria das pessoas do recinto onde você se encontra, segura a mão de alguém em gesto de carinho, e na sua, somente anel.
Solidão quando seu próprio você te abandona. Nada te habita. Nada de suporta.
A cabeça não pensa, o corpo padece.
'' Eli, Eli ... Lamá sabactâni? ''
Sem julgamentos. Até mesmo ele já se sentiu assim.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Sobre pulseiras de fio de telefone, cheiros e lembranças

Chega a ser engraçado o quão triste eu fico, quando lembro que perdi a pulseira de fio de telefone que você tinha me dado.
Uma cratera em meu coração, sempre aparece, quando lembro da misera pulseira de fio de telefone.
Misera. Nenhuma palavra a descreveria melhor. Tão simples. Tão clichê e barata.
Mas ela tinha detalhes importantíssimos para mim. Aqueles que longe de você, me reconfortavam, e diminuíam minha saudade.
Ela possuía com precisão, o cheiro de cigarro proveniente de seus dedos.
Ela possuía com precisão, a fita cassete com o filme feito no dia em que você me dara.
Ela possuía uma certa espécie de álbum, com as fotos daquele, e de outros raros dias junto à ti.
Resumidamente poderíamos dizer, que ela possuía todas as lembranças essenciais para os meus dias. Era ela que te segurava em minha mente e em meu coração, com uma cola resistente.
É uma pena eu tê-la perdido. Parece que com isso, a cola resistente que te segurava em mim, fora ficando mais maleável.
Todavia, ainda me lembro com saudade de nós, e ainda te tenho comigo, apesar da maleabilidade da cola.
E espero anciosa, o dia em que você me dará outra pulseira de fio de telefone, da mesma cor, com o mesmo cheiro, trazendo as mesmas lembranças.

S.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Oi. Como vai você?

Cara, juro que eu tinha esquecido que eu tinha um blog.
Vou tentar postar minhas baboseiras aqui mais vezes, agora que lembrei que eu ainda tenho um blog.
That's all, folks.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Look into your heart and you'll find love, love, love, love ...

Não sei.
Não mesmo.
Eu só queria fazer alguma coisa que explicasse, ou tentasse explicar o que eu sinto.
Na verdade eu nunca acreditei em amor né, você sabe ... sempre achei que casais felizes fossem apenas por um intervalo de tempo, ou só por faixada mesmo ... mas daí, algo acontece pra me mostrar o contrário. Quando eu menos esperava, com quem eu menos pretendia [o trecho de uma de nossas músicas tocando:
'cause this life is anything but certain] ... simplesmente a vida me presenteou, me dando você de presente, pra me fazer mudar completamente, pensar diferente, e amar.
Amar ... tá aí algo estranho.
É estranho você se preocupar demais, querer demais, se fixar demais, pensar demais, em uma só pessoa. É estranho meu ciúme excessivo. Se isso não é amor, que mais pode ser?
Eu queria que você soubesse, que quando você sorri pra mim, o meu mundo simplesmente pausa. Quando você olha pra mim daquele jeitinho, minha vontade é te engolir em um abraço e não soltar nunca mais. Quando você fala aquelas coisas, eu me sinto a melhor menina do mundo.
Você existindo, do jeito que existe pra mim, me faz a menina mais feliz do mundo.
Eu não trocaria uma noite deitada nos eu colo, assistindo Fantástico por nenhum outro programa.
Quero acordar todo dia e ficar pensando no que você está fazendo. A melhor parte do dia começa ai.
Eu sei que a gente não pode eternizar as coisas, falar que vai ser pra sempre, etc ... mas eu tenho certeza absoluta, que ao menos enquanto estivermos juntos, isso será eterno. E eterno depois, em nossas mentes, afinal, você me ensinou o significado de amor, não é?! E isso é um marco.
This is our fate, e com muito orgulho: I'm yours ♥